Olá, amores. Como vocês estão?
Eu tenho pensado muito em como são as pequenas coisas que fazem a vida valer a pena.
Sabe quando a gente está andando pela rua e alguma coisa — uma música, uma camisa ou um animalzinho — arranca um sorriso sem nem avisar? Ou quando vemos algo que nos lembra um momento bom, que talvez ninguém mais entenderia, mas que por um segundo deixa o coração quentinho? Então, são essas pequenas coisas que, muitas vezes, passam despercebidas quando olhamos para o nosso dia como um todo… mas que, no fundo, são o que nos ajudam a seguir.
E hoje eu venho compartilhar com vocês algumas coisinhas do cotidiano que sempre deixam meu dia um pouquinho mais leve.
1 - Cozinhar:
Eu, desde que comecei a morar sozinha, tenho adquirido um grande prazer em testar coisas novas na cozinha. Desde coisas simples, como um básico — mas delicioso — suco de laranja, até receitas mais rebuscadas, como um strogonoff de proteína de soja, por exemplo.
Eu tenho a sorte de ter a minha mãe e de ela fazer marmitinhas com as refeições que eu almoço durante a semana (até porque eu não vou comer a minha comida se posso comer a da minha mãe, né?), mas no jantar e nos finais de semana eu gosto de me arriscar no fogão.
Minhas últimas conquistas foram ter feito um risoto que ficou muito bom, ter finalmente encontrado a minha receita preferida de cumbuca de salada e arrasar nos bolinhos de brócolis com queijo.
Pode parecer pouca coisa para quem está acostumado a cozinhar por muito tempo, mas eu tive a sorte de só precisar começar a cozinhar há poucos anos e, para quem sempre achou que não levava jeito na cozinha, cada prato que eu consigo fazer me enche de orgulho.
2 - Voltar a ler:
Sim, meu maior medo aconteceu: eu fiquei quase um ano sem conseguir concluir um livro. Parte culpa dos estresses da vida, parte culpa do meu cérebro ter se acostumado com mídias rápidas e não conseguir se concentrar por muito tempo.
E isso era algo pelo qual eu me encontrava constantemente irritada. Eu sempre amei ler, e não conseguir fazer algo que me dava tanta alegria me deixava bastante chateada.
Até que, no carnaval do ano passado, eu estava na piscina da casa dos meus pais (onde a maioria dos meus livros vive no meu quarto lá) e eu decidi reler o primeiro livro da série dos Rangers: A Ordem dos Arqueiros - Ruínas de Gorlan.
Era isso que eu precisava: um livro de fantasia com magia, lutas e um protagonista adolescente. Desde então, o amor pela leitura voltou e minha vida voltou a ter mais cor (e fantasia) novamente.
3 - Minha coleção de Solo Leveling:
Para quem não conhece, Solo Leveling é um manhwa (história em quadrinhos da Coreia do Sul), que eu conheci por meio da versão anime, que simplesmente ganhou meu coração.
E, desde que eu descobri que a banca perto da minha casa vende os exemplares, que eu — religiosamente — estou lá mensalmente comprando a edição nova. Os manhwas são simplesmente lindos, as ilustrações são surreais e a história, melhor ainda.
E eu fico feliz em saber que estou apoiando o moço da minha cidade (o dono da banca); a Amazon já tem dinheiro demais.
4 - Jogar The Sims 4
Eu estou muito feliz em falar que eu finalmente jogo The Sims pelo menos uma vez na semana, porque eu amo esse jogo. Amo decorar minha casa, criar minha Sim, baixar inúmeros mods e rezar para o meu notebook não explodir.
Eu sempre gostei de jogar.
Me lembro de quando minha mãe me deu meu Xbox 360 e eu passava os sábados focada em zerar Arkham City (jogo do Batman). E também me recordo de jogar os joguinhos de celular e sempre estar em dia com meu jogo de achar coisas escondidas no Facebook e minha boneca no Stardoll.
Porém, na pandemia, eu conheci o canal do Marcinho (MTSims) e, desde então, eu não largo minha paixão por esse jogo. Se é pra ficar na frente das telas, o tempo que eu investir vai ser, majoritariamente, jogando The Sims.
5 - Ficar fora das telas:
Contraditório com o tópico acima, eu sei.
Mas eu não jogo The Sims em todo o meu tempo livre.
Eu, que vivi a criação da maioria das redes sociais durante a adolescência, já tive uma época em que eu era muito viciada em redes sociais. Claro que elas não eram tão tóxicas e viciantes como são hoje. Não tinha esse bombardeio de vídeos rápidos e opiniões o tempo todo. A coisa era mais leve.
Mas, mesmo assim, não demorou muito para eu querer me afastar delas (meu antissocialíssimo falando mais alto até nos ambientes virtuais).
Mas aí veio o questionamento: o que fazer se eu não tiver meu celular em mãos? E foi aí que eu conheci meus grandes amigos: os quebra-cabeças, as palavras cruzadas e a pintura.
Gente, eu AMO fazer palavras cruzadas; elas ganham do The Sims (e isso é muita coisa). Pintar se tornou uma forma de terapia e, depois que eu descobri que as pessoas costumam moldurar os quebra-cabeças depois de montá-los, eu estou sempre atrás de um novo para montar.
Eu acho que tudo que fazemos de forma manual sempre será mais satisfatório; a sensação de conquista e fazer o nosso cérebro trabalhar em algo divertido é muito boa, além de ser o tipo perfeito de hobby.
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Bom, meus amores.
Essas são algumas das coisinhas que têm deixado meus dias mais leves.
Claro que há muito mais coisas que alegram o meu dia, como meus gatos, minha família, meus amigos e olhar a Lua sempre que ela dá o ar da graça. Mas esses cinco tópicos foram algumas coisinhas aleatórias que vêm me fazendo sorrir.
No fim das contas, talvez a felicidade esteja muito mais nas pequenas pausas do que nos grandes acontecimentos.
E vocês, o que têm deixado o dia de vocês mais leve? Me contem aqui embaixo.
Beijão!

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